
Ontem tivemos uma demissão de peso no Governo. Talvez a mais sensível de todas as áreas ficou, mais uma vez, fragilizada.
Volta, Ferreira Leite, volta...
. ESTE VELEIRO BOLINA NAS ÁGUAS DE AVEIRO. THE SKIPPER ANOTA AQUI OS SEUS PENSAMENTOS, EXPERIÊNCIAS E TUDO O MAIS QUE LHE APETECER. BOA VIAGEM!
5 comentários:
Susana,
Do meu ponto de vista, esta estratégia governamental já estaria planeada.
Tal como no Andebol, há a posição de "pivot", que é sacrificado em favor da equipa.
Entendo que Campos e Cunha já sabia que teria que ser o responsável pelas menos boas políticas a anunciar.
Deste modo, o governo pode (pode) livrar-se da "má onda" que acaba por ser personalizada em alguém que não conhecemos, ou não nos lembramos (Campos e Cunha).
Olá, caros AAS!
Percebo o que me querem dizer. Mas também eu esperava mais dos AAS... Afinal, quando a vossa opiniao anti-alberto soutiana teria mais impacto é quando se silenciam?
Continuo na expectativa de os ver manifestar livremente. Isso sim enriqueceria o debate autárquico. Afinal, os socialistas estão tão confiantes que não poderia causar muita "mossa", não é?
Susana,
Permita que me aproveite deste "público" blog para responder ao AAS (que desconheço quem seja):
Não troquei a Qualidade pelos bits e bytes. Estou a colocar Qualidade nos bits e bytes.
Nota: O único AAS que eu conhecia dizia respeito ao Ácido Acetil Salicílico, mas AAS não deve corresponder a tal.
Bom Dia This Way!
Não estava a pensar responder ao seu comentário porque ele tem o seu próprio espaço, a sua própria representatividade. E também porque preferia manter este espaço como um blog e não tanto como um fórum.
Mas, uma vez que me pede um comentário específico, aqui vai...
Eu tenho uma ideia clara de quem é melhor e baseio-a não apenas na questão ideológica mas também no historial de governo de cada um dos dois partidos principais.
Concordo consigo no que respeita à teoria dos "paizinhos". Não precisamos de A ou B, precisamos, sim, de competência e de honestidade intelectual.
Quanto à questão da responsabilidade acerca da crise parece-me um assunto bem mais complexo do que como o orienta. Não podemos esquecer continuamente nem a nossa responsabilidade, enquanto sociedade civil, nem a questão da crise internacional, que não é de fácil nem eterna solução. Não me parece justo responsabilizar os políticos nem como causa da crise nem como responsáveis pela sua não resolução. Não há soluções mágicas nem manuais para voltarmos aos tempos aúreos. Além do mais, a sociedade civil, nós, também temos que nos responsabilizar.
A "culpa da crise" é do chamado efeito borboleta.
Se em boa verdade a adesão à participação cívica nas primeiras eleições, para a constituinte só tem comparação, nos dias de hoje, com a fila da carne num qualquer hipermercado no primeiro fim-de-semana de cada mês. Hoje, o que se assiste é a uma letargia tragi-cómica do nosso bem querido "povo", do qual faço parte, obviamente (a convivialidade e a estatística tem destas coisas).
E seguindo a trajectória do efeito borboleta, recordo-me da extensa pretensão de conquistadores (saudades de velhos tempos de infame glória) que no tempo das ocupações de terras, de casas e de "bens" alheios fomos fazendo, em tempos de PREC e tempos idos.
Pois, a "borboleta" bateu asas mas esmoreceu, e hoje, grande parte da culpa é de todos nós que olhamos para as fotos de família de alguns políticos, mas tanto estamos com eles como deixamos de estar.
Ser-se apolítico não é fácil, excepto se temos condição de eremitas, por tal, tornamo-nos vinculados a/com ideias, com ideologias, com vontades. Difícil é o seu contrário.
Mais simples, é a crítica.
Na verdade, entendo, ser a culpa /(ir)responsabilidade, de todos nós, aqueles que nada fazem.
Se fazemos, OBVIAMENTE, que a carapuça não nos serve.
Não sei que futuro está reservado para MFLEite, mas, espero que seja mais que saudosa lembrança (boa ou má).
A Senhora tem garra, sabe o que quer e ninguém lhe pode apontar "cenas" tristes de não ter feito as comunicações de declarações de IRS, ou de acumulação de pensões inimaginavelmente altas quando se pede aos outros para apertar o cinto.
VL
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