quinta-feira, março 23, 2006

Bem apanhado...

http://ventosga.blogspot.com/2006/03/o-lago-do-dr-souto.html#comments

5 comentários:

francisco artur da silva disse...

Um breve esclarecimento:
1 Como é do conhecimento geral a comporta principal ( eclusa, junto à antiga lota ) encontra-se em reparação, pelo que os canais urbanos encontram-se em regime semi-aberto, logo sujeitos às marés;
2 Aquando da construção do hotel Melia, foram deixados indevidamente inertes e entulhos, da referida obra;
3 A CMA tem notificado os responsáveis para dragarem os respectivos entulhos
4 Essa fotografia demonstra como é possível brincar com os poderes públicos, e fazer de conta que cumpre o disposto na Lei portuguesa
5 Era importante que o nosso municípios actuasse de forma mais célere e eficaz

Anónimo disse...

não seja rídicula menina! do autor do ventosga não é de admirar este tipo de comentário agora da menina...o lago quando está cheio faz parte de um dos canais que preenchem a cidade de Aveiro...quando está vazio obviamente que não é bonito...é preciso ser de Aveiro para apreciar a ria mesmo quando a mesma está vazia

the skipper disse...

Gostaria que não se fizessem este tipo de comentários de insulto pessoal. Para quê? Só ficam mal a quem os faz.

E gostava de perceber o que é que tem ser de Aveiro com apreciar a Ria. Os outros acaso não têm olhos?

Anónimo disse...

correcção: eu disse apreciar a ria vazia e não apenas apreciar a ria (ver post acima do sr francisco artur silva); e não insultei ninguém, nem a si nem muito menos o autor do ventosga; aliás, a menina tem hipótese de vetar os comentários; se o achava insultuoso poderia simplesmente não o ter publicado; e já agora vá ler o texto que coloquei no ventosga. quanto à ria vazia, fique sabendo que, antes das eclusas, a paisagem que vê era muito frequente: bastava a maré estar vazia..

Anónimo disse...

Este anônimo que chama "menina" á skiper (que já é uma mulher!) deve ser um "velho(a) do restelo", que infelizmente abundam no nosso país, e que são a principal razão de estarmos cada vez mais na cauda da Europa.